Em 2026, design e impressão deixam de cumprir apenas uma função estética para ocupar um lugar estratégico na construção de marcas relevantes. Ferramentas de inteligência artificial já apoiam designers na criação de layouts, na combinação de cores e na experimentação de diferentes abordagens visuais.
A digitalização e a automação redefinem a cadeia de valor do setor — e o talento humano torna-se o principal fator de diferenciação. As organizações precisam atrair e formar profissionais com novas competências, desde ciência de dados até vendas digitais.